agosto 19, 2004

I am never doing.. that , again.

GEORGE: Well, I'll tell you this, though - I am never doing.. that , again.
ELAINE: What, you mean, in your mother's house, or all together?
GEORGE: All together.
ELAINE: Oh, gimme a break..
JERRY: Ohhh yeah.. right.
KRAMER: Oh, like you're gonna stop?
JERRY AND ELAINE: C'mon..
GEORGE: You don't think I can?
JERRY: No chance.
GEORGE: You think you could?
JERRY: Well, I know I could hold out longer than you.
GEORGE: Care to make it interesting?
JERRY: Sure, how much?
GEORGE: A hundred dollars.
JERRY: You're on.
KRAMER: Wait a second, wait a second. Count me in on this.
JERRY: You?
KRAMER: Yeah.
JERRY: You'll be out before we get the check.
ELAINE: I want to be in on this, too.
GEORGE AND JERRY: Ohh, no. No, no, no..
ELAINE: Why?
JERRY: It's apples and oranges..
ELAINE: What? Why? Why?
JERRY: Because you're a woman!
ELAINE: So what?
JERRY: It's easier for a woman not to do it than a man.
ELAINE: Oh.
JERRY: We have to do it. It's part of our lifestyle. It's like, uh.. shaving.
ELAINE: Oh, that is such bologna. I shave my legs.
KRAMER: Not everyday.
GEORGE: Alright, look, you want to be in?
ELAINE: Yeah!
GEORGE: You gotta give us odds. At least two to one - you gotta put up two-hundred dollars.
KRAMER: No, a thousand!
ELAINE: No, I'll - I'll put up one-fifty.
GEORGE: Alright, you're in for one-fifty.
JERRY: Okay, one-fifty.
GEORGE: Alright, now, how are we gonna monitor this thing?
JERRY: Well, obviously, we all know each other very well, I'm sure that we'll all feel comfortable within the confines of the honor system.
KRAMER: Alright.

agosto 10, 2004

I'll not accept the blame for this!

Seinfeld: You ran over some pigeons!? How Many?
George: Whatever they had. Miranda thinks I'm a butcher but it's not my fault, is it? Don't we have a deal with the pigeons?
Seinfeld: Of course we have a deal, they get out of the way of our cars, and we look the other way on the statue defecation.
George: And this pigeons broke the deal! I'll not accept the blame for this!

Barbed Wire.

Adoro escrever. Ainda pensei numa autobiografia, mas toda a gente está a fazer uma. Por isso prefiro escrever ficção. Então, alguém me sugeriu fazer um romance fantasiado e eu logo perguntei: "Quem é esse?"

Pamela Anderson

agosto 09, 2004

OHHHHHHHHHHH CREEEEEEEEEEESPO!!!

Embora seja agradável, na generalidade, ver cultura indexada a momentos mortos de televisão, para lhes darmos a mínima atenção, não entendo porque é que a SIC Notícias insiste em meter o Mário Crespo a dar aulas de História enquanto está a passar o boletim metereológico. Será uma forma de atrair a atenção das crianças para o canal informativo da SIC e tornar Crespo no novo Vitinho? Ou será para distraí-los dos Batanetes na TVI? É que com Morangos com Açucar logo a seguir, Crespo vai mesmo ter que se esforçar mais.

Vargtimmen (ii)



Alma: I've been wondering about one thing - are you in a hurry? - : I want to ask something. A woman who lives with a man for a long time, does she not end up like the man? She loves him, attempts to think like him. She likes him. It is said such things can change a person. Is that why I started to see the other ones? Or did they really exist? I believe... if I had loved him less and not worried so much about what surrounded him... Would I have been better able to protect him? Or was it that I did not love him sufficiently, which caused my jealousy? Is that the reason for those "cannibals", as he called them... Is that why things went so bad for us? I felt so close to him. Sometimes he would say he felt close to me too. One time, he said so decisively. If only I could have followed him at all times! So many things to think about... so many questions. Sometimes you dont know in from out, and you turn completely...

agosto 04, 2004

Não te deixarei sorrir

Recentemente esteve em cena no Teatro Nacional D. Maria II uma peça conotada a Bergman e Kierkegaard. Encenada por Nuno Cardoso, Sorrisos de Bergman limitava-se, ao contrário da informação que li, tanto a proveniente dos órgãos de comunicação como do próprio cartaz / teatro, a cena e meia das seis Cenas da Vida Conjugal / Cenas de Um Casamento de Bergman. Não que isto seja necessariamente mau – porque o texto de Bergman é fabuloso – e embora alguns temas estejam presentes nalguns filmes, essa conotação é absolutamente desnecessária quando tudo provém da mesma fonte.

Não vou muito ao teatro por causa de experiências como esta. Se por um lado foi interessante verificar como uma das seis cenas pode viver isolada das restantes – com o apoio de um pequeno flashback – a sua existência contraria a natureza do texto - a duas ou três cenas anteriores -, por outro o isolamento reinventa uma peça demasiado previsível e influente para uma péssima prestação dos actores. Resumir as personagens – Mariana e João – àquilo é destruir Bergman. Numa cena isolada não se pode viver as duas faces das personagens, perceber a carga dramática e humorística que carregam, aprender a amá-las e a ser vencido pela pena, esquecer a lucidez e a previsibilidade e pensarmos mais nas palavras que nos actos. Não existe espaço para tanto numa só das seis cenas de Bergman, recria-se antes um oposto de intenções momentâneas, pouco representativas e sem qualquer carga simbólica.

É realmente triste recriar Bergman e abandoná-lo à previsibilidade e ao lugar comum.